Na semana passada foi o lançamento da Campanha "Por uma vida descomplicada". Resolvi de uma vez organizar a vida e seguir meu rumo. Vocês nem imaginam o quanto eu descompliquei.
A Campanha consiste em:
-Concentrar-se e investir no que vale a pena realmente;
-Dar prioridade ao que merece;
-Máximo de praticidade, objetividade ( isso, amiga?);
-Mínimo de complexidade;
-Filtrar o conteúdo dos papos-cabeça;
-Valorizar as coisas simples da vida;
-Ser mais EU sempre;
-Viver intensamente o presente, sem se prender ao passado nem preocupar-se com o futuro;
-Ser mais racional, menos emotivo(a);
O objetivo da Campanha "Por uma vida descomplicada", como o próprio nome sugere, é tornar a vida mais simples, melhor de se viver. Sem essas complicações, que muitas vezes somos nós que as criamos, a vida terá mais sentido e nós seremos pessoas mais realizadas.
A idéia da campanha surgiu de uma brincadeira, num momento de papo-cabeça em meio a uma descontração. Parando para pensar, comigo é sempre assim: 50% papo-cabeça, 50% descontração...kkkkkkk...Então, fiquei pensando sobre o assunto, amadureci a idéia e levei a sério. Vamos sair da teoria e colocar em prática.
Música-tema da Campanha:
Não Me Conte Seus Problemas - Ivete Sangalo
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz,
Eu quero amor
Então não me conte os seus problemas
Nada de tristeza nem de dor
Esse som bonito gostoso de se ver
Essa banda boa, correndo pelas mãos
Esse povo todo cantando para valer
Solte essa cabeça, acelere o coração
Hoje eu to querendo falar de coisa boa
Hoje eu to querendo gostar mais de você
O povo balançando, dando risada a toa
Hoje só não dança quem gosta de sofrer!
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor
Então não me conte seus problemas
Não quero saber!
Hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor!
Veja bem tá tudo certo
Nós dois na avenida dançando de coração aberto
Veja bem Deus não perdoa
Vamos pensar positivo que essa vida é muito boa
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor!
Veja bem tá tudo certo
Nós dois na avenida dançando de coração aberto
Veja bem Deus não perdoa
Vamos pensar positivo que essa vida é muito boa!
Então não me conte seus problemas
Que hoje eu quero paz, eu quero amor
Então não me conte seus problemas
Nada de tristeza nem de dor!
#### #### ####
Como disse Gonzaguinha:
"É a vida! É bonita e é bonita!"
Quem vai duvidar?
segunda-feira, 26 de maio de 2008
quinta-feira, 22 de maio de 2008
Um sinal de fumaça
Meu blog anda um tanto parado. Mas, a minha vida não (dependendo do ponto de vista).
Explico: aquela "rotina" de festas, baladas, a agitação com a galera não existe mais. O momento é outro, a agitação idem.
Ah, antes que eu esqueça, queria aproveitar este espaço e pedir desculpas a algumas pessoas por não estar tão presente quanto outrora. A monografia tem me consumido muito. Preciso da compreeensão de vocês. Estou na reta final e ainda há muito o que se fazer. Essa tem sido a razão da minha ansiedade, meu estômago que o diga. Também quero agradecer a força que tenho recebido de pessoas queridas, que têm estado ao meu lado (mesmo que virtualmente) nesse momento tão importante, que têm contribuído para essa vitória na minha vida. A comemoração está próxima....hehehe..
Tenho muito o que compartilhar neste meu cantinho, que se tornou um diário, confidente fiel.
Infelizmente, a falta de tempo não está me permitindo. Estou feliz com alguns acontecimentos na minha vida, com algumas pessoas que têm feito parte da minha vida e que estão me propiciando momentos muito dignos.
Em breve - prometo - compartilharei essas alegrias.
P.S.: Sem esquecer que estou muito feliz por algumas conquistas de pessoas muito queridas: Francisca (Fêca) e Sandra. Amigas, desejo tuuuudo de melhor a vocês!!!
Explico: aquela "rotina" de festas, baladas, a agitação com a galera não existe mais. O momento é outro, a agitação idem.
Ah, antes que eu esqueça, queria aproveitar este espaço e pedir desculpas a algumas pessoas por não estar tão presente quanto outrora. A monografia tem me consumido muito. Preciso da compreeensão de vocês. Estou na reta final e ainda há muito o que se fazer. Essa tem sido a razão da minha ansiedade, meu estômago que o diga. Também quero agradecer a força que tenho recebido de pessoas queridas, que têm estado ao meu lado (mesmo que virtualmente) nesse momento tão importante, que têm contribuído para essa vitória na minha vida. A comemoração está próxima....hehehe..
Tenho muito o que compartilhar neste meu cantinho, que se tornou um diário, confidente fiel.
Infelizmente, a falta de tempo não está me permitindo. Estou feliz com alguns acontecimentos na minha vida, com algumas pessoas que têm feito parte da minha vida e que estão me propiciando momentos muito dignos.
Em breve - prometo - compartilharei essas alegrias.
P.S.: Sem esquecer que estou muito feliz por algumas conquistas de pessoas muito queridas: Francisca (Fêca) e Sandra. Amigas, desejo tuuuudo de melhor a vocês!!!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Hora de calar
A minha vida segue ao "som do silêncio". Silêncio que "fala" mais que quaisquer palavras. Silêncio que habita sem pedir licença, que chega e toma de conta da situação. As emoções já não são as mesmas, as atitudes já não têm a mesma espontaneidade.
É a vida à procura da sua direção, sem que pareça desnorteada.
É assim, também, que a dúvida tem se manifestado. Sempre querendo ser o centro das atenções, querendo ter o papel principal. Confesso que, por vezes, ela tem conseguido. Com seu brilho, tem sido a estrela da vez.
Um fato (mais de um, para ser exato), que produz uma dúvida, que causa o silêncio, e este não vem desacompanhado. Ao seu lado, o medo. Medo do absurdo; medo das consequências; medo da ausência - ou da presença - de atitude.
******* ******** *******
Confesso (Ana Carolina)
Confesso acordei achando tudo indiferente
Verdade acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não me deixo em paz
Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo eu já roubei demais
Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais
É a vida à procura da sua direção, sem que pareça desnorteada.
É assim, também, que a dúvida tem se manifestado. Sempre querendo ser o centro das atenções, querendo ter o papel principal. Confesso que, por vezes, ela tem conseguido. Com seu brilho, tem sido a estrela da vez.
Um fato (mais de um, para ser exato), que produz uma dúvida, que causa o silêncio, e este não vem desacompanhado. Ao seu lado, o medo. Medo do absurdo; medo das consequências; medo da ausência - ou da presença - de atitude.
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Confesso (Ana Carolina)
Confesso acordei achando tudo indiferente
Verdade acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final
Não vou dizer que tudo é banalidade
Ainda há surpresas mas eu sempre quero mais
É mesmo exagero ou vaidade
Eu não te dou sossego, eu não me deixo em paz
Não vou pedir a porta aberta é como olhar pra trás
Não vou mentir nem tudo que falei eu sou capaz
Não vou roubar teu tempo eu já roubei demais
Tanta coisa foi acumulando em nossa vida
Eu fui sentindo falta de um vão pra me esconder
Aos poucos fui ficando mesmo sem saída
Perder o vazio é empobrecer
Não vou querer ser o dono da verdade
Também tenho saudade mas já são quatro e tal
Talvez eu passe um tempo longe da cidade
Quem sabe eu volte cedo ou não volte mais
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Tudo o que me falta...
Pela "falta" (entre aspas mesmo) de tempo, pela falta (sem aspas) de inspiração, pela falta de sensatez, pela falta de certa organização, pela falta de coragem de tomar uma decisão mais firme, enfim, por tudo que ainda me falta...
"A dor é temporária; o cargo é para sempre."
Minha amiga me disse outra vez: - Em certas ocasiões só o blog é capaz de nos entender.
"A dor é temporária; o cargo é para sempre."
Minha amiga me disse outra vez: - Em certas ocasiões só o blog é capaz de nos entender.
segunda-feira, 5 de maio de 2008
Pára o meu mundo que eu quero descer
A minha cabeça consegue girar mais que tudo nesse momento.
É o meu mundo que eu quero que pare. É essa confusão que eu quero que se desfaça.
Você pensa, até pouco tempo, que tem a situação sob controle até se dar conta de que está enganada. As idéias não se encaixam mais, e tudo gira cada vez mais rápido. Parece que nada faz sentido e você se pergunta como as coisas tomaram esse rumo. E para isso só existe uma resposta: porque você fez sua escolha; porque você permitiu que a situação evoluísse. Agora é aguentar as consequências.
TRADUZIR-SE
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
(Ferreira Gullar)
É o meu mundo que eu quero que pare. É essa confusão que eu quero que se desfaça.
Você pensa, até pouco tempo, que tem a situação sob controle até se dar conta de que está enganada. As idéias não se encaixam mais, e tudo gira cada vez mais rápido. Parece que nada faz sentido e você se pergunta como as coisas tomaram esse rumo. E para isso só existe uma resposta: porque você fez sua escolha; porque você permitiu que a situação evoluísse. Agora é aguentar as consequências.
TRADUZIR-SE
Uma parte de mim
é todo mundo:
outra parte é ninguém:
fundo sem fundo.
Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
(Ferreira Gullar)
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