domingo, 26 de outubro de 2008

À espera do desconhecido

Certos dias são tão longos.
As horas não passam.
O relógio nada diz, e eu continuo esperando que ele me responda o que eu não sei perguntar.

As noites parecem deixar um vazio.
São os sonhos que me trazem à lembrança o que eu quero esquecer.
Parecendo querer viver uma outra estória.

Eu sinto falta é do que não me anestesia.
Cansada do velho, do habitual, do normal.
Porque eu cresci.

O que corrige é também o que faz doer.
O que acalma é o mesmo que anseia.
E o que cala é o mesmo que traz esperança.

3 comentários:

Deise Anne disse...

"minha alucinação é suportar o dia a dia, meu delírio a experiência com coisas reais - amar e mudar as coisas me interessa mais..."

que bom tê-la de volta navegando nesse mar de ilusões. kkkkk
hj eu tô muuuuito poeta! rs
beijo, amiga!

Sandra Costa disse...

saudosista...
... nostálgica...
... como eu me sinto, sempre!

dou um conselho: não se aprofunde nesses sentimentos, isso pode ser perigoso!

saudades de você, por onde andas?

Deise Anne disse...

Amiiiiiigaaaaaa! Cadê vc aqui???
Saudades!!!
Beijos.